MEDITE:

Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.1 João 3:16

Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?1 João 3:17

O que segurou JESUS na cruz não foram os pregos,foi o Seu AMOR por nós.Muito triste

Normal ou patológico: algumas pessoas imaginam a dor do outro, eu posso sentir


Atualmente encontramos tanta maldade e descaso com o ser humano, o que se esperar?

Dizem por aí que nós seres humanos somos seres pensantes, enquanto os animais seres irracionais... Então porque que não são eles que usam armas, são dependem de drogas, vivem trancafiados em presídios por ter assassinado brutalmente crianças, idosos?

Porque nós que somos seres pensantes, temos preconceitos. Animais não se importam se o outro é gay, lésbica ou sabe-se lá o que. Apenas vivem juntos, sem querer saber o que o outro é.

Animais não matam porque o outro é diferente, e nem tão pouco são escravos do dinheiro, são livres, na maioria das vezes demonstram muito mais atitude humana, do que nós mesmos. Animais não abandonam seus filhotes em latas de lixos, cuidam deles até serem independentes, enquanto no mundo humano, milhares de crianças são espancadas, torturadas, sofrem dentro de suas próprias casas. Animais brigam tão somente por instinto de sobrevivência, nunca por motivos fúteis.

Quem será o ser pensante realmente dentro dessa história? Sobre este assunto, que para muitos não tem importância, mas é difícil entender o porquê o ser humano é tão egoísta a ponto de ignorar a dor alheia.

No dicionário Aurélio, podemos encontrar a definição de Anormal como adjetivo Contrário à ordem habitual das coisas, à norma; irregular, anômalo: desenvolvimento anormal de um órgão; temperatura anormal. O sinônimo é de indivíduo anormal; desequilibrado e louco.

Fica-nos claro, que o anormal é irregular, algo que foge do que é dito certo, então chego à conclusão de que ser anormal é não fazer descaso com a dor alheia, acho que também sou anormal! Nesta sociedade tão hipócrita e egoísta o que falta é pessoas anormais. Fica minha reflexão...

 

Fonte:http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos

 

Mateus 1 e 2 :)

 Leitura Bíblica Semanal com Carol Celico

 

No capítulo 1, vimos que Jesus veio de uma genealogia especial, de pessoas especiais, judeus. Com um coração aberto e cheios de Deus, eram diferenciados por terem um sentimento bom e fazer o bem, com atitudes de entrega à Deus. A forma como Deus escolheu Maria é linda, a única mulher limpa e digna que Ele encontrou para gerar o Messias, e José também foi muito importante pois deu todo o apoio e por mais que não tivesse obrigação disso, aliás pelo contrário pois poderia ter cortado relações com ela como de costume, ele aceitou, apoiou, ajudou, amparou e educou a Maria e Jesus.

Um dos versículos que mais gosto é o 23, do capítulo 1. "Emanuel, Deus conosco." Jesus está sempre conosco, não importa onde ou quando! Ele está sempre ao nosso lado para guiar nossos passos, acima de nós para nos proteger, abaixo de nós para nos servir de apoio, rocha firme e dentro de nós para nos dar a paz, que só Ele pode dar! Ele coloca em nós a mente Dele, a forma correta de pensar desde que estivermos abertos pra isso.


No capítulo 2, lemos sobre os reis magos, que foram os primeiros a reconhecer que Cristo era o Messias. Quando Herodes soube, ficou muito irado pois queria que somente ele fosse adorado e mandou matar o menino Jesus. Como não encontrou, deu uma ordem para que se matassem todos os meninos de dois anos para baixo. Maria, José e Jesus ficaram refugiados no Egito até que Herodes morresse. E então, puderam ir à Nazaré, em Israel.

 

FicaDica :)

Gostaria de compartilhar com vocês um pouco desta profissional,a qual eu me inspiro e tenho um profundo carinho,devido ao seu caráter e profissionalismo.Dr.Thaís RabanéaBeijo

 

O objetivo é esclarecer as principais dúvidas sobre transtornos mentais e comportamento humano, integrando os conhecimentos da psicologia clínica, neuropsicologia e neurociência. O primeiro texto é sobre o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade. Aceito sugestões para os próximos assuntos! 

Segue o link:


http://thaisrabanea.blogspot.com/

 

(...)

 


O coração de uma mulher deve estar tão escondido em Deus,que o homem deve procurar a Deus a fim de encontrá-lo./MaxLucado

Gúpi Munhoz, psicólogo, conta sua experiência em Alagoas, na resposta de MSF às enchentes

 

"Se você não tivesse aparecido eu teria enlouquecido". Essa foi a declaração de uma paciente após sete sessões de psicoterapia breve. Ela perdeu grande parte dos pertences na cheia e foi parar na rodoviária de uma das cidades onde MSF atua, e que se tornou abrigo para cerca de cem famílias.

Dividindo uma sala de 5x3 metros com dez pessoas de sua família, Isabel (nome fictício) se sentia confusa, perdida, irritada, impaciente, agitada e triste. "Eu tinha minha casa, lá era tudo certinho, limpinho. Eu podia dormir tranquila, fazer meus trabalhos e viver tranquilamente... Agora, vivo nisso, passo o dia todo limpando essa bagunça, preocupada com meu filho em toda essa sujeira, tenho apenas esse canto e ainda ninguém consegue dormir à noite, a zuada é terrível..." (Zuada: bagunça que acontece durante a noite, música alta, álcool, drogas, brigas, etc). A privacidade nos abrigos é quase que totalmente suprimida, pois os espaços (salas ou cantos improvisados com lençois e lona) se situam lado a lado, restam somente alguns corredores para passagem. Atualmente é possível tomar um banho de caneca nos banheiros individuais construídos por MSF e realizar limpezas pessoais e gerais com ajuda dos kits de higiene que MSF distribuiu, mas nas três primeiras semanas após a catástrofe nem isso era possível.

Estas necessidades básicas são fundamentais para se chegar a um mínimo de saúde mental. Entretanto, para aqueles intensamente fragilizados e bloqueados no que diz respeito aos recursos psíquicos de adaptação, é necessário uma intervenção no nível psicológico.

Atualmente, Isabel está tranquila e orientada. Conseguiu manter o equilíbrio e tomar decisões adequadas mesmo dentro de um contexto com muita tensão e desorganização. Esperando para sair do abrigo e se preparando para começar a voltar a suas atividades laborais, Isabel se mostra fortalecida e motivada para recomeçar sua vida.

Após seis semanas de reposta emergencial em Saúde Mental, realizamos quase 300 consultas psicológicas (a maioria em atendimentos individuais) e 150 orientações. Cerca de 300 pessoas afetadas pela cheia receberam atenção direta em Saúde Mental através de MSF. Os parceiros locais (secretarias do estado e a categoria dos psicólogos) que conseguimos mobilizar, orientar e treinar vem atendendo também uma parcela importante da população afetada.

Hoje sinto que a esfera emergencial em psicologia foi satisfatoriamente suprida no que diz respeito à vivência traumática decorrente da cheia. Quando caminho pelos abrigos vejo pairar no ar uma cronicidade urgente e gritante decorrente de uma antiga problemática social que afeta toda esta população, no entanto, é uma questão crônica do estado de Alagoas.

Gostaria de encerrar este diário com trechos do relato de uma de nossas psicólogas locais, Silma. Ela disse: "Vi que tudo que aprendi, ou achava que aprendi, nos bancos da faculdade e universidades não era nada daquilo. Que se pode compartilhar com a dor do outro tão intimamente e profundamente que não são as paredes de um consultório com acústica perfeita que fará a diferença. Acolhi pessoas em um posto de combustíveis, com todos os sons de uma cidade que não podia parar porque não dava para ficar lamentando seus mortos porque precisava alimentar seus vivos. Naquela tenda armada em um posto de gasolina ouvi histórias que jamais pensei que existissem. Nas casas daquelas pessoas, junto a várias pessoas presentes unidas ao tudo que perderam, presenciei sensações e emoções que os bancos da faculdade insistiam em dizer que só anos de análise poderiam curar, e que para isso precisaria de atendimento isolado, de portas fechadas e sem nenhum envolvimento do suposto terapeuta. Atendi em meio a animais, atendi enquanto as mulheres preparavam alimentos doados para seus filhos e companheiros, atendi no meio do que parecia um grande caos, e em 40 e poucos dias a conclusão é que nesses ambientes a psicologia pode dar certo sim. Vi claramente pessoas se fortalecendo emocionalmente dia após dia e em cada atendimento a melhora do paciente escancarada diante dos meus olhos..."

 

fonte: http://www.msf.org.br/

 

 

 

Por que você quer tanto isso?-Porque me disseram que eu não conseguiria!:)

Direto do Coração

Atitudes de Grandeza

por Joyce Meyer

Creio que Deus colocou o desejo de ser grande no coração de cada um de nós. Tudo o que fazemos na vida deve ter uma meta de sermos grandes nisso.

Se somos mãe ou pai, ministro, médico, advogado ou qualquer outra coisa, deveríamos fazer disso nossa meta para sermos o melhor no que fazemos.

Ao procurarmos ser grandes, no entanto, precisamos entender que a idéia de Deus de grandeza e a idéia do mundo são duas coisas muito diferentes. Em Mateus 20:20-28, lemos que a mãe de Tiago e João pediu a Jesus que desse aos seus filhos uma posição de poder, permitindo que eles se assentassem à Sua direita e à Sua esquerda no Reino.

Jesus explicou as diferenças entre liderança no mundo e no reino de Deus. Ele respondeu: ... os príncipes dos gentios são estes dominados, e os seus grandes homens exercem autoridade sobre eles (tirania acima deles). Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande deve ser vosso serviçal (versos 25-26).

Para alcançarmos grandeza no reino de Deus, precisamos, primeiramente, nos tornarmos servos de Deus. Observemos algumas características de servos que são importantes e vão nos ajudar a nos tornar grandes homens e grandes mulheres de Deus.

Em primeiro lugar devemos ser: servos e andar em humildade, Em João 13:4-13, Jesus lavou os pés dos discípulos. Este foi um bom exemplo da humildade para eles, pois lavar os pés de alguém era considerado o mais inferior dos trabalhos para um serviçal de casa.

No verso 14, Jesus diz: Se Eu neste momento, seu Senhor e Mestre, lavei os seus pés, vocês deverão lavar os pés uns dos outros. Assim como Ele veio do céu para nos servir, então nós, como cristãos, estamos no mundo para nos tornarmos como Jesus e servir os outros. Para fazer isso, precisamos:

Andar em obediência: Jesus andou em obediência fazendo tudo o que o Pai disse para Ele fazer, não importando o que custasse. Em Filipenses, 2:8 Ele diz: Ele se rebaixou e humilhou a si mesmo e carregou Sua obediência para o extremo da morte...

Com integridade: A Palavra de Deus nos diz que, apesar de vivermos no mundo, não pertencemos a ele (veja João 15:19). E os caminhos do mundo, freqüentemente, incluem desonestidade e manipulação para se obter grandeza ou liderança.

O problema é que se liderarmos desse modo teremos de manter nossa posição na mesma maneira errada. Entretanto, se focarmos em sermos servos, mantendo nossa integridade e permitindo que Deus nos coloque em posição de liderança, então Ele irá nos manter no caminho certo.

Grandes atitudes fazem grandes pessoas.

Creio que humildade, obediência e integridade são três características-chave que contribuem para construir um grande homem ou uma grande mulher. Se você se humilha diante de Deus, desenvolvendo um hábito de obediência e escolhendo caminhar em integridade em cada área da sua vida, irá se sair bem no seu caminho para mostrar ao mundo o que realmente faz um grande homem ou uma grande mulher.

 

 

 

"Sendo assim,não corro como quem corre sem alvo,e não luto com quem esmurra o ar." (1 Corintios 9:26)

O que eu penso também!

Direto do Coração

Religião ou Relacionamento

por Joyce Meyer

 

Você sabia que Deus quer ser seu amigo? Jesus passou pela experiência da morte na cruz para que você pudesse ter uma intimidade profunda, um relacionamento pessoal com Ele.

Nunca foi Seu plano vir e dar-nos uma lista com regras a cumprir para só assim sermos aceitos por Deus.

Para a maioria, isto é tudo que religião é — seguir um conjunto de regras e regulamentos. Quando cumprimos regras, nos sentimos bem, e quando falhamos ao cumpri-las, nos sentimos mal. Eu fui uma pessoa religiosa por um bom tempo. Eu me esforcei para cumprir todas as regras das quais achei que precisava cumprir para me sentir bem e ser aceita por Deus. Recentemente descobri que o maior problema de ser religiosa era que isso me impedia de desfrutar a minha vida e meu relacionamento com Deus.

Ao contrário de religião, relacionamento é comunhão, não é o que fazemos ou deixamos de fazer. È estar apaixonado por Deus e comunicando-se com Ele durante o dia, justamente como fazemos com um bom amigo.

Efésios 3:12 diz,… por causa da nossa fé Nele, nós ousamos ter arrojo (coragem e confiança) de livre acesso (uma aproximação sem reservas à Deus com liberdade e sem temor). Em outras palavras, como resultado da nossa fé em Jesus, nós podemos desfrutar de um relacionamento contínuo com Deus que é parte de nossa normal vida diária.

Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus. Eu gostaria de compartilhar algumas coisas com você que Deus tem falado comigo sobre o que significa ter um relacionamento íntimo com Ele.

Expectativas de Deus e dos homens

“O que Deus espera de mim?” Muitas pessoas se perguntam isso, e a resposta tem muito a ver com o modo que você vê o seu relacionamento com Deus. Eu jamais esquecerei o que uma mulher em uma das minhas conferências compartilhou comigo. Ela disse que Deus contou à ela que religião é uma idéia do homem das expectativas de Deus, e eu acho que esta é uma ótima definição. Por exemplo, muitas pessoas pensam que Deus espera que elas sejam boas. Mas a bíblia diz que não há um justo se quer. (1) Deus sabia que você e eu não seriamos capazes de sermos bons distante Dele. Foi por isso que Ele enviou Jesus—para podermos nos tornar a justiça de Deus em Cristo. (2)

A verdade é, nós precisamos da graça de Deus para sermos bons, porque ser bom não é só sobre nosso comportamento ou seguir regras corretas... é também sobre nossas motivações. Se nós estamos num relacionamento íntimo com Deus, os resultados naturais serão a motivação e o fortalecimento vindos do nosso relacionamento com Ele para fazermos as coisas que Ele quer que nós façamos.

Estaremos ajudando os outros, lendo a Palavra, orando ou fazendo qualquer outra coisa boa, quando o nosso relacionamento com Deus é prioridade, assim nós iremos nos preocupar só com o que Ele pensa. Em outras palavras, nós seremos motivados através de querer agradar a Deus e às pessoas amadas, não pelas suas necessidades próprias de aceitação ou medo do que os outros irão pensar.


Você está Desfrutando da Sua Vida?
Outro sinal que estamos praticando religião em vez de experimentar um relacionamento é quando nós não estamos desfrutando da nossa vida ou do nosso relacionamento com Deus. A maior chamada de cada crente é para desfrutar a Deus. Se nós não desfrutarmos Deus, nós não iremos aproveitar a vida porque Ele é vida. (3) Se você e eu estamos praticando religião, então tudo se centraliza em torno de seguir regras e cumprir leis.

A verdade é que nós podemos criar regras para qualquer coisa. Nós podemos criar leis para exercícios, limpar a casa, oração, ler a Bíblia... Você escolhe. Eu posso me lembrar de quando era muito religiosa a respeito de limpar a minha casa que não conseguia nem relaxar e desfrutar de ter amigos para almoçar conosco. Eu me preocupava tanto em me certificar que tudo estava perfeito antes dos convidados chegarem que quando eles chegavam, eu já estava brava, exausta e desejando que todos fossem embora.

Se nós estamos apenas praticando religião, até mesmo o nosso relacionamento com Deus pode tornar-se um fardo. Ao invés de só querer estar com Ele, nós sentimos que devemos passar um tempo lendo Sua Palavra, nós devemos orar, nós devemos ir à igreja.. e a lista se vai.. Mas quando você e eu estamos desfrutando de um relacionamento íntimo com Deus, nós vemos as coisas de uma maneira diferente. Passar um tempo com Ele torna-se um privilégio — nós temos que ler a bíblia, nós temos que orar, e nós temos que ir à igreja!

Agora, não estou dizendo que nós não devemos ter regras nas nossas vidas. Ter regras é bom pois elas geralmente nos ajudam a viver uma vida disciplinada. Mas pode se tornar um problema quando as regras nos fazem sentir que somos inaceitáveis ou não tão bons o suficiente quando falharmos em cumpri-las. Jesus não quer que vivamos em baixo de jugo e condenação. Ele veio para nos tornar livres!

Você Está Experimentando Liberdade?

Eu creio que há um mundo cheio de pessoas que estão vivendo debaixo da escravidão de regras e regulamentos da religião e que gostariam de ter uma amizade com Deus. Jesus pagou um alto preço para nos tornar justos perante a Deus e nos trazer para um relacionamento certo com Ele. Segundo Coríntios 5:21 diz,  Em consideração a nós Ele fez Jesus (virtualmente) se tornar pecado O qual não conhecia pecado, para que dentro e através dEle pudéssemos nos tornar (providenciado com, visto como estando em, e exemplos de)a justiça de Deus (o que devemos ser, aprovados e aceitos e em relacionamento certo com Ele, pela Sua bondade) .

Você e Eu devemos ser encorajados a focar em nosso relacionamento com o Senhor, não em coisas como quantos versículos da bíblia lemos ou se oramos o número “certo” de horas. Fomos salvos dos nossos pecados então podemos conhecer a Deus e ter comunhão com Ele. Deus quer que nós estejamos relaxados em Sua presença e sermos nós mesmos no relacionamento com Ele. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou... (Gálatas 5:1 NVI)

Meu esposo, Dave, é meu melhor amigo — Eu compartilho com ele todo o dia. Eu estou livre para relaxar, ser eu mesma e conversar com ele sobre qualquer coisa a qualquer hora, não importa como estou me sentindo. Da mesma forma, é assim que Deus quer que eu e você nos relacionemos com Ele.

Escolha Relacionamento

A escolha é sua: Você pode praticar Religião, esforçando-se em cumprir regras e regulamentos, ou você pode desfrutar de um relacionamento, experimentando intimidade com Deus. O Deus de toda a criação quer ser seu amigo—para conversar com você sobre qualquer coisa, dividir seus segredos, suas alegrias e suas lágrimas. Eu o encorajo a buscar a Ele para uma revelação pessoal do Seu amor para que você possa relaxar e desfrutar de um relacionamento de liberdade e intimidade com Ele—Começando hoje!

"Em 2012...(:e sempre:)

 

 

...Espírito Santo,dê-me a Mente de uma Aprendiz,a Boca de um Mentor,o Coração de uma Guerreira,as Mãos de uma Serva!"

O que quer que você guarde na sua mente tenderá
a acontecer em sua vida. Se você continuar a
acreditar no que sempre acreditou, continuará a
agir como sempre agiu. Se você continuar
a agir como sempre agiu, continuará a alcançar o
que sempre alcançou. Se você quer ter resultados
diferentes em sua vida ou trabalho, tudo que tem
a fazer é mudar a sua maneira de pensar.

:)

Câncer infantil: aspectos emocionais e atuação do psicólogo

 

 

 

 

A Atuação Do Psicólogo:

A Psicologia Hospitalar: Nos últimos anos, a relevância dos aspectos psicológicos no processo de adoecimento tem sido cada vez mais reconhecida pelos profissionais de saúde e conseqüentemente a importância do psicólogo no ambiente hospitalar. É imprescindível falar deste tema devido ao fato de que a hospitalização é uma das etapas vividas pela criança com câncer durante seu tratamento e a presença do psicólogo nesta situação é extremamente necessária.Hoje, é inadmissível não reconhecer que a doença é resultado de uma interação constante entre mente e corpo e influenciada por diversos fatores, que vão além do biológico e incluem fatores psicológicos, sociais e culturais.

Fica claro que, seja no surgimento, desenvolvimento ou prognóstico de uma patologia, além de outros fatores, os aspectos psicológicos estão sempre envolvidos e por isso também necessitam de atenção, tanto quanto os aspectos físicos. Além disso, os aspectos emocionais também podem ser desencadeados pela própria doença. Para Simonetti (2004, p.20), “o psicólogo pode fazer muito pouco em relação à doença em si, este é o trabalho do médico, mas pode fazer muito no âmbito da relação do paciente com seu sintoma: esse sim é um trabalho do psicólogo”.

Rodrigues e Gaparini (In Mello Fillho,1992, p.97) também falam da questão da multicausalidade da doença quando refere-se ao adoecer “não como um evento casual na vida de uma pessoa, mas sim representando a resposta de um sistema, de uma pessoa que vive em uma sociedade”. Ou seja, não é por acaso que a doença se instala no sujeito. Tudo que ocorre não só na vida mas também no corpo do indivíduo é resultado de sua interação com o meio ambiente, e sua relação com este meio envolve vários aspectos que devem ser considerados quando o sujeito é acometido por alguma patologia.

Junto a esta gradual mudança de visão em relação à doença também tem ocorrido um grande esforço em torno da humanização do tratamento oferecido aos pacientes nos hospitais, visando a uma atenção global do sujeito sem focar a doença em detrimento da sua história de vida e da sua identidade. É importante lembrar que a humanização envolve desde a administração do hospital até a equipe de saúde que cuida diretamente do paciente. Ela é responsabilidade de todos.

Uma tendência ainda muito forte entre muitos psicólogos que atuam na área hospitalar e que é responsável por muitas atuações malsucedidas e até mesmo o isolamento do profissional em relação à equipe de saúde, é a transposição do trabalho de psicoterapia realizado nos consultórios particulares para o contexto hospitalar. Claro que isso não ocorre por simples má fé destes psicólogos. A formação acadêmica destes profissionais totalmente focada em uma psicologia clínica voltada para o consultório e com pouquíssimas ou nenhuma disciplina específica na área da saúde, contribui fortemente para a tendência destes profissionais de querer repetir no hospital o que fazem em seus consultórios ou aprenderam na graduação. Este fato demonstra a importância de uma especialização na área hospitalar para atuar na área da saúde, pois o hospital possui uma dinâmica de trabalho que é inerente a este contexto e que exige conhecimento teórico e técnico específicos, que caracterizam de fato o psicólogo como psicólogo hospitalar, pois não é somente o contexto que caracteriza esse profissional mas também a atividade exercida por ele.

O psicólogo hospitalar atua oferecendo assistência à paciente, família e equipe de saúde sempre visando ao bem estar do paciente, num contexto de trabalho que, como já foi dito, possui características próprias. Algumas destas características são:

- O ambiente institucional: no hospital, o psicólogo está referido a uma instituição e como qualquer outra esta possui regras e valores aos quais seus funcionários estão submetidos, e com o psicólogo não é diferente. Seu trabalho deve adequar-se ao perfil da instituição, mas isto jamais deve ferir os princípios éticos do seu exercício profissional.

- A situação do paciente: o paciente quando está internado em um hospital, perde sua identidade. Ele não é mais o sujeito de nome próprio, que mora em sua própria casa, possui objetos particulares, exerce atividades diárias, possui uma rede social e uma autonomia que lhe permite gerir sua própria vida. Numa enfermaria ele é mais um paciente doente, identificado por sua patologia, longe de sua casa, de suas coisas, de sua família, amigos e está totalmente dependente e submetido à equipe de saúde. É uma situação de completa fragilidade, desamparo e incerteza em relação à própria vida. De acordo com Moretto (citado por Simonetti, 2004, p.18), “a psicologia está interessada mesmo em dar voz à subjetividade do paciente, restituindo-lhe o lugar de sujeito que a medicina lhe afasta”.

- O trabalho multi e interdisciplinar: dentro de um hospital, o psicólogo nunca trabalha sozinho. Ele atua dentro de uma equipe multidisciplinar, ou seja, uma equipe composta por profissionais de diferentes especialidades. Como integrante de uma equipe multidisciplinar, o psicólogo deve estar apto para desenvolver um trabalho interdisciplinar, ou seja, um trabalho visando à interação e à troca de informações e conhecimentos entre os diferentes profissionais que integram a equipe.

 

Fonte: Monografia Apresentada, em julho 2007, ao Serviço de Psicologia Hospitalar da 28ª Enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, como Requisito Parcial à obtenção do Título de Pós graduado em Psicologia Hospitalar, orientada por Maria Alice Lustosa, PhD, Coordenadora do CURSO.

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